Cid 10 Candidiase Genital
O que é candidíase genital e como ela é tratada com CID 10?
A candidíase genital é uma infecção fúngica comum que afeta ambos os sexos. Ela é causada pelo fungo Candida albicans e pode causar sintomas como coceira, vermelhidão e secreção na região genital. O tratamento dessa infecção é geralmente feita com medicamentos antifúngicos, e a CID 10 é o sistema de classificação usado para identificar essa condição. Neste artigo, iremos explorar a candidíase genital, seus sintomas, tratamentos e como ela é classificada no CID 10.
Quais são os sintomas da candidíase genital?
Os sintomas da candidíase genital podem variar entre os indivíduos, mas os mais comuns incluem:
- Coceira e vermelhidão na região genital
- Irritação ou dor durante as relações sexuais
- Secreção vaginal espessa e branca (em mulheres)
- Dor ao urinar
É importante lembrar que nem todas as pessoas com candidíase genital apresentam sintomas. No entanto, mesmo sem sintomas, a infecção pode ser transmitida durante as relações sexuais.

Como a candidíase genital é tratada?
O tratamento da candidíase genital depende da gravidade da infecção e da presença de sintomas. Em geral, os medicamentos antifúngicos são prescritos para tratar a infecção. Eles estão disponíveis em forma de comprimidos, cremes ou supositórios vaginais. Em casos mais graves, pode ser necessária uma terapia intravenosa.
Qual é o papel da CID 10 no diagnóstico da candidíase genital?
A CID 10 é o sistema de classificação de doenças e problemas de saúde mais utilizado no mundo. No caso da candidíase genital, a CID 10 é usada para identificar a condição e ajudar os profissionais de saúde a padronizar o diagnóstico e o tratamento. A candidíase genital é classificada como uma infecção do trato geniturinário (N35) no CID 10.
Como prevenir a candidíase genital?
Existem várias medidas que podem ajudar a prevenir a candidíase genital, incluindo:
- Manter uma boa higiene íntima
- Usar roupas íntimas de algodão e evitar calças justas
- Evitar o uso de antissépticos vaginais
- Tratar infecções urinárias e outras infecções sexually transmitted de forma adequada
Além disso, é importante ter uma vida sexual segura e evitar o contato sexual com pessoas que apresentem sintomas de infecção.
Quais são os fatores de risco para candidíase genital?
Existem vários fatores que aumentam o risco de contrair candidíase genital, incluindo:
- Uso de anticoncepcionais hormonais
- Diabetes
- Uso de medicamentos imunossupressores
- Gravidez
- Transtornos da glândula tireóide
Qualquer pessoa pode contrair candidíase genital, mas as mulheres são mais propensas a ter a infecção devido às mudanças hormonais que ocorrem durante o ciclo menstrual e a gravidez.

Resumo: candidíase genital e CID 10
- A candidíase genital é uma infecção fúngica comum que pode causar sintomas como coceira, vermelhidão e secreção na região genital.
- O tratamento dessa infecção é geralmente feito com medicamentos antifúngicos.
- A CID 10 é o sistema de classificação usado para identificar a candidíase genital e ajudar os profissionais de saúde a padronizar o diagnóstico e o tratamento.
- Existem várias medidas que podem ajudar a prevenir a candidíase genital, incluindo uma boa higiene íntima e uso de roupas íntimas de algodão.
- Fatores de risco para candidíase genital incluem o uso de anticoncepcionais hormonais e diabetes.
Perguntas frequentes sobre candidíase genital
Como é feito o diagnóstico da candidíase genital?
O diagnóstico da candidíase genital é geralmente feito através do exame físico e do exame microscópico de uma amostra da região genital. Em alguns casos, pode ser necessário realizar uma cultura para confirmar o diagnóstico.
Como a candidíase genital pode ser transmitida?
A candidíase genital é geralmente transmitida através do contato sexual com uma pessoa infectada. No entanto, a infecção pode ser transmitida mesmo sem relação sexual, especialmente em mulheres que já tenham a infecção.
Existe algum tratamento caseiro para candidíase genital?
Não existem tratamentos caseiros comprovados para candidíase genital. O tratamento deve ser feito sob supervisão médica para garantir a eficácia e a segurança do tratamento.
